quarta-feira, 29 de março de 2017

PÁSCOA, CELEBRAÇÃO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO

O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem. e é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás.. Na Grécia Antiga,
Durante a Santa Ceia, "Jesus Tomando o pão e tendo dado graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: Este é o meu corpo que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Depois da ceia tomou do mesmo modo o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós".

Entre as civilizações antigas  

Contam os historiadores que a Páscoa é uma festa de passagem e era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.

A Páscoa entre os cristãos


Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março). Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa, tendo início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.   

A Páscoa Judaica assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito. Durante a Páscoa, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.


A História do coelhinho da Páscoa e dos ovos  

O coelho representa a fertilidade está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois o coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.

Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida. A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

MACEIÓ, TERRA DOS MARECHAIS É O PARAÍSO DAS ÁGUAS

MACEIÓ E SUAS BELEZAS NATURAIS 

Vista panorâmica do Porto de Maceio - Foto divulgação
Maceió é um município do estado de Alagoas e fica localizada na região Nordeste, ocupando uma área de 510 655 km². Sua população em 2011 estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) era de 936 608 habitantes e integra, com outros dez municípios alagoanos, a Região Metropolitana de Maceió, totalizando cerca de 1 160 393 habitantes. Faz divisa com as cidades de Rio Largo, Satuba, Marechal Deodoro e Paripueira entre outras às quais é ligada pelas BR 102, BR 104, BR 316 e AL 101. Maceió  vive um intenso crescimento econômico e de infraestrutura, tendo um grande potencial turístico. É o maior produtor brasileiro de sal-gema. Seu setor industrial diversificado é composto de indústrias químicas, açucareiras e de álcool, de cimento e alimentícias. Economia baseia-se na agricultura, pecuária extração de gás natural e petróleo. 
Maceió foi o berço dos dois primeiros presidentes da República, Marechal Deodoro da Fonseca, natural de Marechal Deodoro, primeira capital de Alagoas e Marechal Floriano Peixoto, natural de Ipioca, por isso é conhecida como a terra dos Marechais. É também conhecida por suas belas praias e como um importante polo turístico
Guerreiro

Pastoril
As festividades realizadas na cidade anualmente atraem uma enorme quantidade de turistas. Maceió é também conhecida como "Cidade-Sorriso" e "Paraíso das Águas", hoje é considerada como o "Caribe Brasileiro", devido às suas belezas naturais, que atraem turistas de todo o mundo. 



 PONTE GOVERNADOR DIVALDO SURUAGY - PONTAL DA BARRA


FOTOS DO CAIS DO PORTO - PRAIA DA AVENIDA - MACEIÓ-AL
        As nove ilhas da Lagoa Mundaú e o seu encontro com o mar no Pontal da Barra
De um lado as aguas do Lagoa Mundaú, do outro lado a Praia do Pontal da Barra
Comidas Típicas. As iguarias de origem indígena e africana, como tapioca, cuscuz de milho, massa puba, arroz doce,batata doce, inhame e macaxeira com carne de sol, beiju, grude de goma, pé de moleque, munguzá, canjica e pamonha costumam ser servidas nos cafés da manhã e da noite.

quinta-feira, 23 de março de 2017

MAURÍCIO DE NASSAU E O LEGADO HOLANDES AO BRASIL


A monumental herança herdada dos holandeses ao tempo das invasões ocorridas no século XVII. Algumas delas preservadas e outras tombadas como patrimônio histórico.
Ponte Mauricio de Nassau-Recife
Pouco se sabe sobre a infância e a juventude do conde Johann Moritz of Nassau-Siegen, que nasceu em Dillemburg, na Alemanha, em 17 de junho de 1604. O personagem tem um lugar especial na História do Brasil. 
A sua formação protestante, além dos laços de parentesco com famílias nobres neerlandesas, levaram-no a ingressar, em 1621, na carreira militar a serviço dos Países Baixos, à época da guerra dos Trinta Anos, contra a Espanha. Muito cedo obteve um primeiro posto como alferes de cavalaria.
Foi cavaleiro da Ordem de São João, ligado à Bailia de Brandenburgo — a parte da Ordem que se filiou à Reforma Protestante. Aliás, é frequentemente retratado tendo em seu peito a cruz de oito pontas ou de São João (Cruz de Malta), símbolo da ordem.
Fez a campanha militar de Breda (1625), para retomar a cidade aos espanhóis; a fase de reconquista das praças-fortes estratégicas, ao longo dos rios, iniciou-se em 1626, uma vez que, com a crise em Mântua, a Espanha para ali deslocou tropas. A reviravolta se deu em 1629, quando os neerlandeses ocuparam 's-Hertogenbosch. Desde 1626 fora promovido a capitão e, em 1629 a coronel. Em 1632 foi tomada Maastricht e Nassau distinguiu-se no cerco que culminou com a conquista de Nieuw Schenckenschans, numa ilha do rio Reno (1636), confirmando o seu prestígio e experiência militares. A vitória teve repercussão e tornou seu nome respeitado. O conflito prosseguiu até 1648, quando pela Paz de Münster a Espanha reconheceu a independência da República, que prometeu respeitar a soberania espanhola ao sul de sua fronteira meridional.
"Nassau chegou ao Brasil em 1637 e partiu em 1644, deixando a marca do administrador. Seu período é o mais brilhante de presença estrangeira. Nassau renovou a administração. Foi relativamente tolerante com os católicos, permitindo-lhes o livre exercício do culto, como também com os judeus (depois dele não houve a mesma tolerância, nem com os católicos, nem com os judeus — fato estranhável, pois a Companhia das Índias contava muito com eles, como acionistas ou em postos eminentes). Pensou no povo, dando-lhe diversões, melhorando as condições do porto e do núcleo urbano, os observatórios astronômicos."
Os senhores de engenho haviam feito empréstimos com os holandeses, a fim de aumentar sua produção de açúcar. Mas o preço do produto caiu no mercado internacional e a WIC decidiu cobrar, de uma só vez, o dinheiro emprestado, e com e com juros muito altos. Nassau, que havia fracassado em nova tentativa de ocupar a Bahia, não concordou com essa forma de cobrança e entrou em conflito com a Companhia, entregando o cargo para voltar à Europa, em 1641.
Nassau, que havia fracassado em nova tentativa de ocupar a Bahia, não concordou com essa forma de cobrança e entrou em conflito com a Companhia, entregando o cargo para voltar à Europa, em 1641. Sua saída estimulou a Insurreição.



Forte dos Reis Magos - Rio Grande do Norte




túmulo de Mauricio de Nassau
Mauricio de Nassau morreu em 20 de dezembro de 1679, Cleves, Alemanha. Como era conde de Nassau, família pertencente ao Sacro Império Romano-Germânico foi agraciado com o título de príncipe desse império. Num jardim público em Kleve, está o imponente mausoléu de ferro que Nassau idealizou e onde foi sepultado. Morreu de causas naturais em 20 de dezembro de 1679, aos 75 anos.
Fontes
https://educacao.uol.com.br/biografias/mauricio-de-nassau.htm?cmpid=copiaecola
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Maur%C3%ADcio_de_Nassau

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

CEMITÉRIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE - 161 ANOS GUARDANDO HISTÓRIAS INTERROMPIDAS


Foto antiga do Cemitério N. Sra da Piedade
Foto atual do Cemitério N. Sra. da Piedade
Cemitério Nossa Senhora da Piedade foi criado através da Lei nº 130, de 6 de julho de 1850 estabelecendo que o governo estava autorizado a construí-lo no lugar que julgasse apropriado. Na fala Presidencial de novembro daquele ano, o governante explicou que a escolha do local foi objeto de profundos estudos e que para tal foram mobilizados “todos os médicos e engenheiros existentes na Cidade”. ano final do século XIX.
A criação se deve a falta de um cemitério em Maceió, o que preocupava a população porque era tempo de epidemias e suas terríveis consequências para a população, principalmente os mais pobres. Os espaços para inumações ficavam restritos aos cemitérios das igrejas, ou mesmo as suas áreas internas, onde os mais abastados procuravam para última morada. A decisão de construir um cemitério em Maceió foi tomada pelo presidente em exercício da província de Alagoas, Dr. Manoel Sobral Pinto, 
Para a escolha do terreno foram levados em consideração a direção dos ventos, natureza do solo, topografia e vizinhança.
O terreno formado por “arèa granitosa” na região onde hoje é o bairro do Prado, também apresentava problemas para a instalação de um cemitério, no entendimento da comissão. O relatório aponta que este solo permitia facilmente a evaporação da umidade, principalmente pelo calor. Um local quente e sem umidade dificultaria “se realizar a fermentação pútrida dos cadáveres”, que ficaria seco. A solução indicada no relatório era tirar uma camada de areia e substituí-la por barro.

O jornal O Correio de Maceió de 29 de setembro de 1850 publica o expediente do governo informando que foi ordenado ao engenheiro Pedro José Schranback que marcasse e fizesse o quadro de alicerce para a edificação do cemitério, preparando para receber a primeira pedra.
Definido o local, a obra é levada em hasta pública conforme editais publicados no O Correio de Maceió de 3 e 7 de novembro de 1850. Ao que tudo indica, até 1954 nenhum licitante se habilitou e o presidente da província, Roberto Calheiros de Mello, resolveu que a própria administração pública construiria o cemitério. Foram utilizados 3.000$000 réis consignado pelo Ministério do Império, mas naquele ano foram gastos 8.000$000. As obras tiveram início em junho de 1854.
Em 1855, o presidente da província, Antonio Coelho de Sá e Albuquerque, anunciava que as obras estavam “muito adiantadas”, e que o cemitério já contava com 274 catacumbas, sendo 198 construídas com recursos públicos e “as outras por conta das diferentes confrarias existentes nesta Cidade”. A “área quadrada” era de 597 palmos de face.

Em novembro do mesmo ano, Roberto Calheiros de Mello, presidente em exercício, reclama da morosidade das Confrarias na construção das suas catacumbas, e que isso estaria atrasando a utilização do cemitério. Ele informa ainda que para a conclusão da Capela estariam faltando apenas o altar e as portas.

A mitológica Mulher da Capa Preta no Cemitério de Nossa Senhora da Piedade

Como as irmandades não construíam suas catacumbas e havia a ameaça da cólera, o presidente Sá e Albuquerque anunciou, em 1856, que o próprio governo assumiria a conclusão da obra, mas fez questão de denunciar os que não cumpriram com os compromissos. “Apenas duas, as do Sacramento e Martyrios, construiram as que lhes pertenciam”. 
O cemitério começou a funcionar ainda  em 1855, mesmo com algumas obras em andamentos. O ano seguinte, a situação era a mesma e Sá e Albuquerque resolveu nomear uma comissão para administrar as obras, além de reconhecer as elevadas despesas com a construção. Nesta época a antiga Estrada do Trapiche já era conhecida como Estrada do Cemitério, que ainda não tinha denominação. Era simplesmente o Cemitério Público de Maceió.
Após 24 anos de funcionamento, o Cemitério da Piedade já reclamava por manutenção.  O jornal O Orbe de 4 de julho de 1879 noticia, em matéria de primeira página, o estado de abandono do cemitério público de Maceió. “Lagedos de cimento despedaçados completamente, canteiros de flores destruidos, vasos inutilizados, uma aridez bem significativa do abandono e triste, as escavações produzidas pelas formigas minando as bases dos mausoléus”.  O jornal informa ainda que o cemitério está a encargo de uma instituição de caridade.
Segundo Felix de Lima Júnior, em Cemitérios de Maceió, quando inaugurado, em 1955, o cemitério passou a ser chamado de Nossa Senhora da Piedade, ficando ao encargo da mesma irmandade que administrava a Santa Casa de Misericórdia de Maceió. Somente em 1880 é que a municipalidade assumiu o seu controle.
O velho problema da localização do cemitério volta à tona 38 anos depois. Em 1893, o governador Gabino Besouro enviou mensagem à Assembleia Legislativa pedindo o fechamento temporário do cemitério para reformas. Ele temia que as infiltrações no terreno poroso pudessem afetar as habitações e edifícios que já tinham sido construídos no entorno do cemitério.
O mais antigo cemitério de Maceió, após 161 anos de serviços prestados ao maceioense, continua a funcionar plenamente, mesmo não recebendo os investimentos necessários para um equipamento tão importante para a capital. Além de guardar os corpos dos falecidos, o Cemitério de Nossa Senhora da Piedade também preserva belo patrimônio artístico nas peças esculpidas para os mausoléus, que são objetos de vários estudos acadêmicos.
As catacumbas revelam o status das familias que repousam em paz em suas últimas moradas.


Túmulo de Muniz Falcão - Governador/Al



Monumento aos ex-combatentes

http://www.historiadealagoas.com.br/cemiterio-de-n-s-da-piedade-completa-160-de-historias.html


terça-feira, 9 de agosto de 2016

CRUZ VERMELHA E SUA IMPORTÂNCIA SOCIAL E HUMANITÁRIA


A filial da Cruz Vermelha de Alagoas é sediada em Maceió, na Av.
Leda Collor de Melo
Gustavo Paiva, no bairro de Mangabeiras e atualmente vem desenvolvendo projetos no sentido de orientar a população no que diz respeito ao potencial de cada um em salvar vidas. Para isso vem oferecendo cursos de Primeiros socorros e orientando à população a combater o mosquito transmissor da Zica e de outras doenças. A primeira Presidente da CV/Al., foi a Sra. Leda Collor de Melo, Esposa do falecido governador Arnon Afonso de Farias Melo e mãe do Senador Fernando Collor de Melo. O presidente nacional foi Oswaldo Gonçalves Cruz.

Alunos do Cursos de Primeiros Socorros - CV-Maceió/Al

Origem da Cruz Vermelha

Jean Henri Dunant
A idéia de fundar a Cruz Vermelha nasceu em Castiglione delle Stiviere, Província de Mantova, devido a valorosa coragem das mulheres “castiglionesi”, que após a sanguinária Batalha de Solferino, em 1859, prestaram socorro aos numerosos feridos. 
Em seu livro “Memórias de Solferino”, Jean Henri Dunant, conta a experiência que teve em ajudar tantas pessoas e a exigência das pessoas envolvidas de render mais humanos e que fossem cometidos menos atrocidades nos conflitos bélicos. 
Assim, em 1863, Dunant, juntamente com outros quatros cidadãos suíços criou o Comitê de Genebra de socorro aos militares feridos. 
Em 26 de outubro do mesmo ano foi assinada a primeira carta fundamental contendo dez resoluções que definiram as funções e os meios dos Comitês de socorro. Nasce assim o Movimento Internacional da Cruz Vermelha. 
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho se dedica a prevenir e aliviar o sofrimento humano durante guerras e emergências como epidemias, inundações e terremotos. 
O Movimento não é uma organização isolada. É formado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), pela Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e pelas 189 Sociedades Nacionais. Cada uma dessas partes tem sua identidade e seu papel legal, mas estão todas unidas por sete Princípios Fundamentais.
Estes princípios são: humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade. Cada componente do Movimento está comprometido a respeitá-los e defendê-los.
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é a maior rede humanitária do mundo. Sua missão é trazer alívio para o sofrimento humano, proteger as vidas e a saúde de populações e preservar a dignidade humana, sobretudo durante conflitos armados e outras emergências. O Movimento está presente em todos os países e conta com o apoio de milhões de voluntários.
Até meados do Século XIX não existia um corpo organizado e bem-estabelecido de assistência médica para os feridos em confrontos, tampouco instituições seguras e protegidas para acomodar pessoas feridas. Em junho de 1859, o suiço Henry Dunant viajou para a Itália para encontrar-se com o imperador francês Napoleão III, com a intenção de discutir as dificuldades em fazer negócios na Argélia, então ocupada pela França. Quando ele desembarcou na região de Solferino, em 24 de junho, Dunant testemunhou um terrível combate entre as Forças da França e do então Império Austro - Húngaro. Esse confronto ficou conhecido como a Batalha de Solferino, esse enfrentamento fez parte da Segunda Guerra de Independência da Itália. Em um único dia, 40 mil soldados morreram ou foram deixados feridos no campo de batalha. Dunant ficou chocado pelo final da batalha, com o sofrimento dos soldados feridos, e a falta de atendimento médico para os feridos. Com isso, Dunant abandonou completamente a intenção original de sua viagem, e por vários dias dedicou-se a ajudar com o tratamento dos feridos. Dunant sucedeu em organizar assistência, através da motivação da população local para ajudar sem discriminação. Quando Dunant voltou para Genebra, sua cidade natal, Dunant decidiu escrever um livro, chamado "Lembranças de Solferino", que publicou com fundos próprios em 1862. Ele enviou cópias do livro para políticos e militares importantes em toda a Europa. Além de tratar vivadamente sobre suas experiências em Solferino, Dunant também advocou explicitamente a formação de um sistema voluntário nacional de assistência, para colaborar no cuidado médico dos feridos em guerra. Além disso, Dunant também pediu pelo desenvolvimento de tratatos internacionais para garantir a proteção de médicos neutros e hospitais de campo para os soldados feridos em batalha.

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CRUZ VERMELHA

Humanidade
A Cruz Vermelha, nascida da preocupação de prestar socorro, indistintamente, aos feridos nos campos de batalha, esforça-se, no âmbito internacional e nacional, em evitar e aliviar o sofrimento humano sob qualquer circunstância. Procura não só proteger a vida e a saúde, como também fazer respeitar o ser humano. Promove a compreensão mútua, a amizade, a cooperação e a paz duradoura entre todos os povos.

Imparcialidade 
A Cruz Vermelha não faz nenhuma discriminação de nacionalidade, raça, religião,condição social ou opinião política. Procura apenas minorar o sofrimento humano,dando prioridade aos casos mais urgentes de infortúnio. 

Neutralidade 
A fim de merecer a confiança de todos, a Cruz Vermelha abstém-se de tomar partido em hostilidades ou de participar, em qualquer tempo, de controvérsias de natureza política, racial, religiosa ou ideológica. 

Independência 
A Cruz Vermelha é independente. As Sociedades Nacionais, auxiliares dos poderes públicos em suas atividades humanitárias, sujeitas às leis que regem seus respectivos países, devem, no entanto, manter sua autonomia, a fim de poderem agir sempre de acordo com os Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha. 

Voluntariado 
A Cruz Vermelha é uma instituição voluntária de socorros sem nenhuma finalidade lucrativa. 

Unidade 
Só pode existir uma única Sociedade de Cruz Vermelha em cada país. Ela está aberta a todos e exerce sua ação humanitária em todo o território do mesmo.

Universalidade
A Cruz Vermelha é uma instituição mundial, na qual todas as Sociedades têm iguais direitos e dividem iguais responsabilidades e deveres, ajudando-se mutuamente.
Fontes:

domingo, 1 de maio de 2016

ADEPOL-ALAGOAS - POSSE DA NOVA DIRETORIA

CERIMÔNIA DE POSSE DA DIRETORIA DA ADEPOL/AL 
Autoridades presentes

No dia 31 de março de 2016 Delegados, familiares e autoridades compareceram ao auditório do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, para a cerimônia de posse dos componentes da chapa ADEPOL PARA TODOS, tendo o presidente eleito sido empossado e desde então será o responsável pelos destinos da entidade. A solenidade foi abrilhantada pela banda do 59º BIM

Banda do Exército

O Cel. Lima Junior, Comandante Geral da Polícia Militar de Alagoas em seu discurso exaltou a união entre os delegados. Entre os componentes da mesa se fez presente o Presidente da Adepol do Brasil, que encontrava-se em Maceió para prestigiar o presidente eleito.
O presidente eleito, Delegado Mario Jorge agradeceu o apoio de sua família e dos companheiros delegados que o conduziram à presidência da ADEPOL e  salientou que a eleição não deixou vencidos uma vez que os delegados devem se unir em prol do engrandecimento da associação e  da classe dos Delegados. Naquela ocasião estavam presentes ao evento o primeiro presidente e criador da Adepol, Dr. Mario Pedro dos Santos, o Delegado Geral da Polícia Civil, o ex Secretário de Segurança Pública Dr. Alfredo Gaspar de Mendonça, o promotor Sergio Jucá, o Deputado Francisco Tenório. entre outros.  Após a Cerimônia foi servido um coquitel.